O governo brasileiro está se propondo
atualmente a encontrar evidências de torturas e assassinatos praticados na
época da Ditadura Militar no Brasil. Muitos destes traidores da pátria e
pusilânimes ainda estão livres, vivos e pior, vivendo à custa de nossos
impostos. O coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra,
o economista Delfim Neto, o político Paulo Maluf, o ex-sargento do Destacamento
de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna do 2º
Exército em São Paulo (DOI-Codi-SP) Marival Chaves, além de vários outros.
É um insulto a dignidade do povo
brasileiro realizar uma investigação de sujeitos como esses que deveriam não
mais estar entre nós, pelos crimes que cometeram e por sua traição ao país em
entregá-lo a interesses estrangeiros. Enquanto outros países puniram seus
torturadores, aqui no Brasil se brinca de fazer investigação, baseados em uma
falsa Lei de Anistia que, apenas mantém marginais e assassinos impunes. Se não
vão puni-los, pelo menos respeitem as famílias daqueles que até hoje não sabem
de seus parentes.
Prof. Demétrio Melo
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