Hoje faz 40
anos do famigerado Golpe de Estado que depôs o governo progressista e
democraticamente eleito de Salvador Allende no Chile. Na manhã chuvosa do dia
11 de Setembro de 1973, o General Auguste Pinochet com apoio dos EUA, implantou
uma das mais sangrentas ditaduras. O palácio La Moneda foi bombardeado pelas
forças armadas chilenas que traindo o seu povo e sua tradição, depuseram o
então presidente eleito.
O golpe no
Chile faz parte de um programa implantado para a toda a América Latina de apoio
do governo americano à derrubada de todos os governos ditos de caráter popular.
Desta mesma forma processou-se na década de 1970 várias sangrentas ditaduras
sob tutela estadunidense. Os únicos três países que ainda mantinham estados de
direitos eram Chile, Colômbia e Venezuela. Toda a América estava mergulhada na
violência, censura, repressão, torturas e morte, muitas mortes...
Salvador
Allende era um homem como poucos no mundo. Sabia muito bem de seu propósito
como líder na História do Chile e do mundo. Sua memória representa o desejo de uma América Latina verdadeiramente livre do imperialismo americano. Ele foi eleito pela Unidade Popular, uma aliança de partidos políticos socialistas, de esquerda e progressistas do Chile.
Este é um bom exemplo do que os EUA são capazes de fazer para garantir seus interesses, nem que para isso tenha que treinar orgãos como a DINA, a polícia secreta do regime ditatorial de Pinochet para cometer as piores atrocidades que se possa imaginar a um ser humano.
Este é um bom exemplo do que os EUA são capazes de fazer para garantir seus interesses, nem que para isso tenha que treinar orgãos como a DINA, a polícia secreta do regime ditatorial de Pinochet para cometer as piores atrocidades que se possa imaginar a um ser humano.
Assim como no
Brasil, o Chile ainda tem que conviver com vários torturadores e assassinos que
continuam livres sem responder pelos seus crimes. Eles devem ser caçados e punidos
por terem compartilhado do extermínio ensinado pelos americanos.
De acordo aos
relatórios da Comissão de Verdade e Reconciliação (relatório Rettig) e a
Comissão Nacional sobre Prisão Política e Tortura (relatório Valech), a cifra
de vítimas diretas de violações aos Direitos Humanos no Chile, ascenderia, pelo
menos, a cerca de 35 000 pessoas, dos quais cerca de 28 000 foram torturados,
2279 deles executados e cerca de 1248 continuam como detidos desaparecidos.
Para além disso, cerca de 200 000 pessoas iriam para o exílio e um número não
determinado (de várias dezenas de milhares) teria passado por centros
clandestinos de detenção. (Este parágrafo foi retirado da Wikipédia).
Logo abaixo um emocionante filme sobre este período chamado: Chove sobre Santiago.
Logo abaixo um emocionante filme sobre este período chamado: Chove sobre Santiago.



0 comentários:
Postar um comentário